DR. CLEBER SANTANA PSIQUIATRA

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Membro Titular da 
​Associação Brasileira de Psiquiatria 

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O que é Depressão?

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.


Causas

A depressão é uma doença. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos.


Sintomas de Depressão

São sintomas de depressão:

  • Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia
  • Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas
  • Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis
  • Desinteresse, falta de motivação e apatia
  • Falta de vontade e indecisão
  • Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio
  • Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.
  • A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio
  • Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo
  • Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento
  • Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido
  • Perda ou aumento do apetite e do peso
  • Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo)
  • Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.

Tratamento de Depressão com o psiquiatra em Camaçari

O tratamento da depressão com o psiquiatra em Simões Filho é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.

Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção com o psiquiatra em Simões Filho ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios de depressão. A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão.
A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar a sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.





O que é Ansiedade?

O termo "ansiedade" tem várias definições nos dicionários não técnicos: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, entre outros.
Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia, ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade, e que tornar-se patológico, isto é, prejudicial ao nosso funcionamento psíquico (mental) e somático (corporal).
A ansiedade estimula o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações.


Causas

Os transtornos de ansiedade são doenças relacionadas ao funcionamento do corpo e às experiências de vida.
A pessoa pode se sentir ansiosa a maior parte do tempo sem nenhuma razão aparente ou pode ter ansiedade apenas às vezes, mas tão intensamente que se sentirá imobilizada. A sensação de ansiedade pode ser tão desconfortável que, para evitá-la, as pessoas deixam de fazer coisas simples (como usar o elevador) por causa do desconforto que sentem.

Sintomas de Ansiedade

Os transtornos da ansiedade têm sintomas muito mais intensos do que aquela ansiedade normal do dia a dia. Eles aparecem como:


  • Preocupações, tensões ou medos exagerados (a pessoa não consegue relaxar)
  • Sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer
  • Preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho
  • Medo extremo de algum objeto ou situação em particular
  • Medo exagerado de ser humilhado publicamente
  • Falta de controle sobre pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade
  • Pavor depois de uma situação muito difícil.


Tratamento de Ansiedade com o psiquiatra em Catú

Existem três tipos de tratamento com o psiquiatra em Simões Filho para os transtornos de ansiedade:

  • Medicamentos (sempre com acompanhamento e receita médica)
  • Psicoterapia com psicólogo ou médico psiquiatra
  • Combinação dos dois tratamentos (medicamentos e psicoterapia).


A maior parte das pessoas com ansiedade começa a se sentir melhor e retoma as suas atividades depois de algumas semanas de tratamento. Por isso, é importante procurar ajuda especializada com o psiquiatra em Simões Filho na unidade de saúde mais próxima. O diagnóstico precoce e preciso da ansiedade, o tratamento eficaz e o acompanhamento por um prazo longo são imprescindíveis para obter melhores resultados e menores prejuízo. Em caso de dúvida procure o psiquiatra em Simões Filho.



O que é Esquizofrenia?

A esquizofrenia é um transtorno mental complexo que dificulta:

  • Fazer a distinção entre as experiências reais e imaginárias
  • Pensar de forma lógica
  • Ter respostas emocionais normais
  • Comportar-se normalmente em situações sociais


Causas

A esquizofrenia é uma doença complexa. Os psiquiatras não sabem ao certo sua causa. No entanto, alguns fatores genéticos parecem estar envolvidos.
Sintomas psicóticos comuns da esquizofrenia:

  • Alguns eventos ambientais podem desencadear a esquizofrenia nas pessoas que geneticamente já apresentam risco.
  • Você está mais propenso a desenvolver a esquizofrenia se algum familiar seu tem a doença.


A esquizofrenia afeta tanto homens quanto mulheres. Ela geralmente começa na adolescência ou na fase adulta jovem, mas pode começar em idade mais avançada. Nas mulheres, a esquizofrenia tende a começar mais tarde e ser mais branda.
A esquizofrenia com início na infância aparece depois dos 5 anos. A esquizofrenia infantil é rara e pode ser difícil diferenciá-la de outros transtornos de desenvolvimento da infância, como o autismo.
Esquizofrenia: entenda a doença que provoca delírios e alucinações

Exames

Não há testes médicos para diagnosticar a esquizofrenia. Um psiquiatra deve examinar o paciente para determinar o diagnóstico. O diagnóstico é feito com base em uma entrevista minuciosa com a pessoa e seus familiares.

O médico fará perguntas sobre:

  • A duração dos sintomas
  • Como a capacidade funcional da pessoa mudou
  • Histórico de desenvolvimento
  • Histórico familiar e genético
  • Se a medicação funcionou


Exames cerebrais (como tomografias ou ressonâncias magnéticas) e exames de sangue podem ajudar a descartar outras doenças com sintomas semelhantes à esquizofrenia.

Sintomas de Esquizofrenia

Geralmente, os sintomas da esquizofrenia se desenvolvem lentamente durante meses ou anos. Às vezes, podem ocorrer vários sintomas, e outras vezes, podem ocorrer somente alguns.
As pessoas com qualquer tipo de esquizofrenia podem ter dificuldade de manter suas amizades e de trabalhar. Elas também podem apresentar problemas relacionados a ansiedade, depressão e pensamentos ou comportamentos suicidas.
Inicialmente, você pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Sensação de tensão ou irritabilidade
  • Dificuldade para dormir
  • Dificuldade de concentração


Com o desenvolvimento da doença, problemas com pensamentos, emoções e comportamento se desenvolvem, incluindo:

  • Nenhuma emoção (apatia)
  • Crenças ou pensamentos falsos que não têm base na realidade (ilusões)
  • Ver ou ouvir coisas que não existem (alucinações)
  • Dificuldade de prestar atenção
  • Pensamentos que "pulam" entre assuntos que não estão relacionados (pensamento desordenado)
  • Comportamentos bizarros
  • Isolamento social


Os sintomas podem variar dependendo do tipo de esquizofrenia que o psiquiatra em Simões Filho identificar.

Os sintomas de esquizofrenia paranoide podem incluir:

  • Ansiedade
  • Fúria ou propensão a brigas
  • Falsa crença de que pessoas estão tentando fazer mal a eles ou a seus entes queridos.


Os sintomas de esquizofrenia desorganizada podem incluir:

  • Dificuldade para raciocinar e expressar suas ideias claramente
  • Comportamento infantil
  • Demonstração de pouca emoção


Os sintomas de esquizofrenia catatônica podem incluir:

  • Falta de atividade
  • Postura e músculos podem estar rígidos
  • Caretas ou outras expressões faciais estranhas
  • Não responder muito a outras pessoas


Os sintomas de esquizofrenia não diferenciada podem incluir sintomas de mais de um tipo de esquizofrenia.
As pessoas com esquizofrenia residual apresentam alguns sintomas, mas não tanto quanto as pessoas que estão em um episódio completo de esquizofrenia.

Buscando ajuda médica

Procure seu médico se:

  • Vozes estiverem pedindo para você se ferir ou ferir outras pessoas.
  • Você sentir uma forte vontade de se ferir ou ferir outras pessoas.
  • Você estiver se sentindo desesperado ou desolado.
  • Você estiver vendo coisas que não existem.
  • Você apresentar a sensação de não poder sair de casa.
  • Você não for capaz de cuidar de si mesmo.


Tratamento de Esquizofrenia com o psiquiatra em Candeias

Durante um episódio de esquizofrenia, o psiquiatra em Simões Filho pode indicar a necessidade de hospitalização do paciente por motivo de segurança.
Medicamentos
Os medicamentos antipsicóticos prescritos pelo psiquiatra em Simões Filho são o tratamento mais eficaz para a esquizofrenia. Eles alteram o equilíbrio das substâncias químicas do cérebro e podem ajudar a controlar os sintomas.
Esses medicamentos geralmente são de grande ajuda, mas podem causar efeitos colaterais. Muitos desses efeitos podem ser melhorados e não devem evitar que as pessoas busquem tratamento para essa grave doença.

Efeitos colaterais comuns dos antipsicóticos:

  • Sonolência (sedação)
  • Tontura
  • Ganho de peso
  • Aumento do risco de diabetes e colesterol alto
  • Sentimentos de inquietação ou nervosismo intenso
  • Movimentos diminuídos
  • Tremores


O uso dos medicamentos psicóticos a longo prazo pode aumentar os riscos de um distúrbio de movimento chamado discinesia tardia. Essa doença causa movimentos repetidos que as pessoas não conseguem controlar, principalmente na região da boca. Entre em contato com seu médico imediatamente se você considera que possa ter essa doença.
Quando a esquizofrenia não apresenta melhora com diversos antipsicóticos, o medicamento clozapina pode ser de grande ajuda. A clozapina é o medicamento mais eficaz na redução dos sintomas da esquizofrenia, mas também tende a causar mais efeitos colaterais do que outros antipsicóticos.
A esquizofrenia é uma doença para a vida toda. A maioria das pessoas com essa doença precisa receber medicamentos antipsicóticos para o resto da vida.
Programas e terapias de apoio
A terapia de apoio pode ser útil para muitas pessoas com esquizofrenia. Técnicas comportamentais, como o treinamento de habilidades sociais, podem ser usadas para melhorar as atividades sociais e profissionais. Aulas de treinamento profissional e construção de relacionamentos são importantes.
Os familiares de uma pessoa com esquizofrenia devem ser informados sobre a doença e receber apoio. Os programas que destacam os serviços de apoio social para pessoas necessitadas podem ajudar aqueles que não recebem apoio da família ou de conhecidos.
Os familiares e cuidadores são frequentemente incentivados a ajudar as pessoas com esquizofrenia a continuar seguindo o tratamento.

É importante que a pessoa com esquizofrenia aprenda a:

  • Tomar os medicamentos corretamente e lidar com os efeitos colaterais
  • Reconhecer os sinais iniciais de uma recaída e saber como reagir se os sintomas retornarem
  • Lidar com os sintomas que se manifestam mesmo com o uso de medicamentos. Um terapeuta pode ajudar a
  • Administrar dinheiro
  • Usar o transporte público
  • Procurar ser independente


Expectativas

Os resultados para uma pessoa com esquizofrenia são muito difíceis de prever. Na maior parte do tempo, os sintomas melhoram com medicamento. Entretanto, outras pessoas podem apresentar dificuldade funcional e correm o risco de apresentar episódios repetidos, principalmente durante os estágios iniciais da doença.
As pessoas com esquizofrenia podem precisar de moradia assistida, treinamento profissional e outros programas de apoio social. Pessoas com as formas mais graves da doença podem ser incapazes de viver sozinhas. Podem ser necessárias casas coletivas ou outras moradias de longo prazo com a estrutura adequada.
Os sintomas retornarão se a pessoa com esquizofrenia não tomar sua medicação.

Complicações possíveis

A esquizofrenia aumenta o risco de:

  • Desenvolver um problema com álcool ou drogas: Isso é chamado de um problema de abuso de substâncias. O consumo de álcool ou outras drogas aumenta os riscos de os sintomas retornarem.
  • Doença física: Pessoas com esquizofrenia podem desenvolver doenças físicas, por causa do estilo de vida de baixa atividade e dos efeitos colaterais dos medicamentos. Uma doença física pode não ser detectada pelo pouco acesso a cuidados médicos e pela dificuldade em conversar com os profissionais de saúde.
  • Suicídio


Prevenção recomendada pelo psiquiatra em Alagoinhas

Não existe uma forma conhecida de prevenir a esquizofrenia.
Os sintomas podem ser prevenidos tomando a medicação. Você deve tomar a medicação exatamente como seu médico recomendou. Os sintomas retornarão caso pare de tomar a medicação.
Sempre converse com seu médico se estiver pensando em mudar ou interromper o uso dos medicamentos. Visite seu médico ou terapeuta regularmente.






O que é Transtorno bipolar?

Sinônimos: Depressão maníaca, transtorno afetivo bipolar
O transtorno bipolar é um problema em que as pessoas alternam entre períodos de muito bom humor ou irritação e depressão. As "oscilações de humor" entre a mania e a depressão podem ser muito rápidas.

Causas

O transtorno bipolar afeta homens e mulheres igualmente. O transtorno bipolar geralmente tem início entre os 15 e 25 anos. A causa exata do transtorno bipolar ainda é desconhecida, mas ocorre com mais frequência em familiares de pessoas com transtorno bipolar.

Tipos de transtorno bipolar:

  • As pessoas com transtorno bipolar do tipo I apresentam pelo menos um episódio maníaco e períodos de depressão profunda. Antigamente, o transtorno bipolar do tipo I era chamado de depressão maníaca.
  • As pessoas com transtorno bipolar do tipo II nunca apresentaram episódios maníacos completos. Em vez disso, elas apresentam períodos de níveis elevados de energia e impulsividade que não são tão intensos como os da mania (chamado de hipomania). Esses episódios se alternam com episódios de depressão.
  • Uma forma leve de transtorno bipolar chamada ciclotimia envolve oscilações de humor menos graves. Pessoas com essa forma alternam entre hipomania e depressão leve. As pessoas com transtorno bipolar do tipo II ou ciclotimia podem ser diagnosticadas incorretamente como tendo apenas depressão.


Para a maioria das pessoas com transtorno bipolar, não existe uma causa evidente para os episódios maníacos ou depressivos. A seguir estão os possíveis desencadeadores de um episódio de mania em pessoas com transtorno bipolar:

  • Mudanças na vida, como o nascimento de um bebê
  • Medicamentos, como antidepressivos ou esteroides
  • Períodos de insônia
  • Uso de drogas recreativas


Exames que o psiquiatra em Salvador pode solicitar

Vários fatores estão envolvidos no diagnóstico do transtorno bipolar. O médico pode usar todas ou algumas das opções abaixo:

  • Perguntar sobre seu histórico médico familiar, se alguém na família tem ou já teve transtorno bipolar
  • Perguntar sobre suas oscilações de humor recentes e há quanto tempo você apresenta esse tipo de alteração
  • Realizar um exame completo para identificar doenças que podem estar causando os sintomas
  • Solicitar exames laboratoriais para verificar a ocorrência de problemas na tireoide ou níveis toxicológicos
  • Conversar com os familiares sobre o seu comportamento
  • Fazer um histórico médico, incluindo todos os seus problemas médicos e os medicamentos usados
  • Observar seu comportamento e humor


Observação: o uso de drogas pode causar alguns dos sintomas. Entretanto, isso não descarta o transtorno bipolar. O próprio abuso de drogas pode ser um sintoma do transtorno bipolar.

Sintomas de Transtorno bipolar

A fase maníaca pode durar dias ou meses. Alguns possíveis sintomas são:

  • Distraise facilmente
  • Redução da necessidade de sono
  • Capacidade de discernimento diminuída
  • Pouco controle do temperamento
  • Compulsão alimentar, beber demais e/ou uso excessivo de drogas
  • Capacidade de discernimento diminuída
  • Sexo com muitos parceiros (promiscuidade)
  • Gastos excessivos
  • Atividade em excesso (hiperatividade)
  • Aumento de energia
  • Pensamentos acelerados que se atropelam
  • Fala em excesso
  • Autoestima muito alta (ilusão sobre si mesmo ou habilidades)
  • Grande envolvimento em atividades
  • Grande incomodação (agitação ou irritação)


Esses sintomas da mania ocorrem com o transtorno bipolar I. Nas pessoas com transtorno bipolar II, os sintomas da mania são similares, mas menos intensos.

A fase depressiva nos dois tipos de transtorno bipolar apresenta os seguintes sintomas:

  • Desânimo diário ou tristeza
  • Dificuldade de se concentrar, de lembrar ou de tomar decisões
  • Perda de peso e perda de apetite
  • Comer excessivamente e ganho de peso
  • Fadiga ou falta de energia
  • Sentir-se inútil, sem esperança ou culpado
  • Perda de interesse nas atividades que antes eram prazerosas
  • Baixa autoestima
  • Pensamentos sobre morte e suicídio
  • Problemas para dormir ou excesso de sono
  • Afastamento dos amigos ou das atividades que antes eram prazerosas


O risco de tentativas de suicídio em pessoas com transtorno bipolar é grande. Os pacientes podem abusar do álcool ou de outras substâncias, piorando os sintomas e o risco de suicídio.
Em alguns casos, as duas fases se sobrepõem. Os sintomas maníacos e depressivos podem ocorrer juntos ou rapidamente um após o outro. Isso recebe o nome de estado misto.

Buscando ajuda médica psiquiatrica

Marque uma consulta com o psiquiatra em Salvador ou um serviço de emergência se:

  • Você estiver tendo pensamentos de morte ou suicídio
  • Você apresentar sintomas graves de depressão ou mania
  • Você tiver sido diagnosticado com transtorno bipolar e seus sintomas tiverem voltado ou você apresentar novos sintomas


Tratamento de Transtorno bipolar com o psiquiatra em Simões Filho

Os períodos de depressão e mania voltam a ocorrer na maioria dos pacientes, mesmo sob tratamento. Os principais objetivos do tratamento para transtorno bipolar são:

  • Evitar a alternância entre as fases
  • Evitar a necessidade de hospitalização
  • Ajudar o paciente a agir da melhor maneira possível entre os episódios
  • Impedir comportamento autodestrutivo e suicídio
  • Reduzir a gravidade e a frequência dos episódios


O médico primeiramente tenta descobrir quais são os possíveis desencadeadores do episódio de alteração de humor. Ele também pode investigar os problemas médicos ou emocionais que podem afetar o tratamento.

Os medicamentos, conhecidos como estabilizadores de humor, são geralmente usados primeiro para tratar o transtorno bipolar.


Outros medicamentos anticonvulsivos também podem ser receitados.
Entre outros medicamentos usados para tratar o transtorno bipolar estão:
Medicamentos antipsicóticos e antiansiedade (benzodiazepinas) para problemas de humor
Remédios antidepressivos podem ser administrados para tratar a depressão.

As pessoas com transtorno bipolar têm mais chance de apresentar episódios maníacos ou hipomaníacos se tomarem antidepressivos. Por essa razão, os antidepressivos só são receitados para as pessoas que também estão tomando um estabilizador de humor.


A terapia eletroconvulsiva (ECT) pode ser usada para tratar a fase maníaca ou depressiva de um transtorno bipolar caso não haja resposta aos medicamentos. A ECT usa uma corrente elétrica para causar uma breve convulsão enquanto o paciente está anestesiado. A ECT é o tratamento mais eficaz no caso das depressões que não são amenizadas com medicamentos.
A estimulação magnética transcraniana (EMT) utiliza pulsos magnéticos de alta frequência direcionados para as áreas afetadas do cérebro. É mais usada geralmente depois da ECT.


paciente que está no meio de um episódio maníaco ou depressivo pode precisar ser hospitalizado até que seu humor seja estabilizado e seus comportamentos estejam sob controle.


Os psiquiatras em Feira de Santana ainda estão tentando descobrir a melhor forma de tratar o transtorno bipolar nas crianças e nos adolescentes. Os pais devem levar em consideração os possíveis riscos e benefícios do tratamento para seus filhos.

Programas e terapias de apoio

Os tratamentos familiares que combinam apoio e educação sobre o transtorno bipolar (psicoeducação) podem ajudar as famílias a lidar com a situação e reduzir as chances de os sintomas retornarem. Os programas que oferecem serviços de apoio social para pessoas necessitadas podem ajudar aqueles que não recebem apoio da família ou de conhecidos.

Habilidades importantes:

  • Lidar com os sintomas que se manifestam mesmo com o uso de medicamentos
  • Aprender a ter um estilo de vida saudável com sono suficiente e a manter distância das drogas recreativas
  • Aprender a tomar os medicamentos corretamente e a lidar com os efeitos colaterais
  • Aprender a reconhecer o retorno dos sintomas e saber como reagir quando eles ocorrem
  • Os familiares e cuidadores são muito importantes no tratamento do transtorno bipolar. Eles podem ajudar os pacientes a buscar serviços de apoio adequados e garantir que o paciente tome os medicamentos corretamente.


Dormir uma quantidade suficiente de horas é muito importante no transtorno bipolar. A falta de sono pode desencadear um episódio de mania. A terapia pode ser útil durante a fase depressiva ela pode ser feita com psicologo ou psiquiatra em Feira de Santana. Participar de um grupo de apoio pode ajudar os pacientes com transtorno bipolar e seus familiares e amigos.

  • Um paciente com transtorno bipolar nem sempre consegue descrever o estado da doença para o psiquiatra em Simões fihlo. Os pacientes geralmente têm dificuldade para reconhecer seus próprios sintomas maníacos.
  • As variações de humor no transtorno bipolar são imprevisíveis. Algumas vezes, é difícil saber se o paciente está respondendo ao tratamento ou saindo naturalmente de uma fase bipolar.
  • Tratamentos para crianças e idosos ainda não foram estudados em detalhe.


Expectativas

Os medicamentos estabilizadores de humor podem ajudar a controlar os sintomas do transtorno bipolar. Entretanto, os pacientes geralmente precisam de ajuda e apoio para tomar os medicamentos corretamente e garantir que os episódios de mania e depressão sejam tratados o mais rápido possível.
Algumas pessoas param de tomar o medicamento assim que se sentem melhores ou porque a mania traz uma sensação boa. Parar de tomar o medicamento pode causar problemas sérios.
O suicídio é um risco real durante a mania e a depressão. Pessoas com transtorno bipolar que pensam ou falam sobre suicídio precisam de atendimento médico de emergência.

Complicações possíveis

Interromper ou tomar incorretamente o medicamento pode fazer os sintomas do transtorno bipolar voltarem e causar as seguintes complicações:

  • Abuso de álcool e/ou drogas
  • Problemas financeiros, nas relações pessoais e profissionais
  • Pensamentos e comportamentos suicidas


O transtorno bipolar é uma doença difícil de tratar. Os pacientes, seus amigos e familiares devem estar cientes dos riscos de não tratar o transtorno bipolar.




O que é Transtorno de personalidade?

Os transtornos de personalidade são um grupo de doenças psiquiátricas em que padrões de comportamento e os pensamentos a longo prazo (crônicos) são muito diferentes das expectativas da cultura e causam sérios problemas em relacionamentos e na profissão.

Causas

A causa exata dos transtornos de personalidade é desconhecida. Entretanto, acredita-se que muitos fatores genéticos e ambientais sejam determinantes.
Os profissionais de saúde mental classificam esses transtornos nos seguintes tipos:

  • Transtorno de personalidade antissocial
  • Transtorno de personalidade esquiva
  • Transtorno de personalidade limítrofe
  • Transtorno de personalidade dependente
  • Transtorno de personalidade histriônica
  • Transtorno de personalidade narcisista
  • Transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva
  • Transtorno de personalidade paranoide
  • Transtorno de personalidade esquizoide
  • Transtorno de personalidade esquizotípica


Exames

Os transtornos de personalidade são diagnosticados com base em uma avaliação psicológica e no histórico e na gravidade dos sintomas.

Sintomas de Transtorno de personalidade descritos pelo psiquiatra em Camaçari

Os sintomas variam muito dependendo do tipo de transtorno de personalidade.
Em geral, os transtornos de personalidade envolvem sentimentos, pensamentos e comportamentos que não se adaptam a uma vasta gama de cenários.
Esses padrão geralmente começam na adolescência e podem levar a problemas em situações sociais e profissionais.
A gravidade dessas doenças varia de leve a grave.

 Buscando ajuda médica com o psiquiatra em Simões Filho


Marque uma consulta com o médico psiquiatra em Salvador se você ou alguém próximo apresentar sintomas de um transtorno de personalidade.
Tratamento de Transtorno de personalidade

As pessoas com esses transtornos geralmente não buscam tratamento por iniciativa própria. Elas tendem a procurar ajuda depois que o comportamento já causou grandes problemas em seus empregos ou relacionamentos ou quando elas são diagnosticadas com outro problema psiquiátrico, como transtorno de humor ou de abuso de substâncias.
Embora os transtornos de personalidade sejam demorados de tratar, existem cada vez mais evidências de que algumas formas de psicoterapia podem ajudar muitas pessoas. Em alguns casos, medicamentos podem ser um complemento útil para a terapia.
Expectativas

O resultado varia. Alguns transtornos de personalidade desaparecem durante a meia idade sem qualquer tratamento, enquanto outros aumentam lentamente ao longo da vida mesmo com tratamento.


Complicações possíveis que o psiquiatra em Simões Filho pode identificar

  • Problemas em relações
  • Problemas na carreira profissional
  • Outros transtornos psiquiátricos








O que é Transtorno do estresse pós-traumatico?

O transtorno do estresse pós-traumático é um tipo de transtorno de ansiedade. Pode ocorrer após você testemunhar ou vivenciar um evento traumático que envolveu ameaça de morte ou ferimento.

Causas

O TEPT pode ocorrer em qualquer idade. Pode seguir um desastre natural como uma enchente ou um incêndio ou eventos como:

  • Assaltos
  • Violência doméstica
  • Estada na prisão
  • Estupro
  • Terrorismo
  • Guerra


Por exemplo, os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 podem ter causado TEPT em algumas pessoas que estiveram envolvidas, em pessoas que viram o episódio ou em pessoas que perderam parentes e amigos.
Veteranos que retornam da guerra frequentemente têm TEPT.
A causa do TEPT é desconhecida. Fatores psicológicos, genéticos, físicos e sociais estão envolvidos. O TEPT altera a resposta do corpo ao estresse. Afeta os hormônios e substâncias químicas do estresse que carregam as informações entre os nervos (neurotransmissores).
Não se sabe por que eventos traumáticos causam TEPT em algumas pessoas e em outras não. Ter um histórico de traumas pode aumentar o seu risco de desenvolver TEPT após um evento traumático recente.

Exames que o psiquiatra em Alagoinhas pedirá

Não há exames que podem ser realizados para diagnosticar o TEPT. O diagnóstico é feito com base em certos sintomas.
O seu médico pode perguntar há quanto tempo você têm os sintomas. Isto ajudará o médico a saber se você tem TEPT ou uma condição semelhante chamada Reação Aguda ao Estresse.

  • No TEPT, os sintomas estão presentes por no mínimo 30 dias.
  • Na reação aguda ao estresse, os sintomas estarão presentes por um período de tempo menor.


O seu médico também pode realizar exames de saúde mental, exames físicos e exames sanguíneos para procurar por doenças semelhantes ao TEPT.
Mais sobre Transtorno do estresse pós-traumatico

Apesar de eventos traumáticos poderem causar angústia, nem todos os sentimentos de angústia são sintomas de TEPT. Converse sobre seus sentimentos com amigos e parentes. Se os sintomas não melhorarem logo ou deixarem você realmente transtornado, consulte o seu médico.

Procure ajuda imediata se:

  • Você se sentir oprimido
  • Você estiver pensando em machucar a si mesmo ou qualquer outra pessoa
  • Você não conseguir controlar o seu comportamento
  • Você tiver outros sintomas perturbadores de TEPT.


Você também pode procurar ajuda com o seu médico para problemas como repetidos pensamentos perturbadores, irritabilidade e problemas com o sono.
Sintomas de Transtorno do estresse pós-traumatico

Os sintomas do TEPT dividem-se em três categorias principais:
1. Reexperiência traumática, que afeta as atividades diárias

  • Episódios de flashbacks, nos quais o evento parece estar acontecendo repetidamente
  • Repetidas lembranças perturbadoras do evento
  • Repetidos pesadelos sobre o evento
  • Fortes reações desconfortáveis em situações que lembram o evento


2. Fuga

  • Distanciamento emocional ou sensação de não se importar com nada
  • Sentir-se deslocado
  • Incapacidade de lembrar importantes aspectos do trauma
  • Perda de interesse em atividades normais
  • Mostrar menos do seu humor
  • Evitar locais, pessoas ou pensamentos que lembram o evento
  • Sentimento de ausência de futuro

3. Excitação

  • Dificuldade em concentrarse
  • Assustar-se facilmente
  • Ter respostas exageradas a coisas que assustam
  • Sentir-se mais alerta (hipervigilância)
  • Sentir-se irritável ou ter explosões de raiva
  • Problemas para adormecer ou manter o sono


Você pode sentir culpa pelo evento (incluindo a "culpa de quem sobreviveu"). Você também pode ter alguns dos seguintes sintomas que são típicos de ansiedade, estresse e tensão:

  • Agitação ou excitabilidade
  • Tontura
  • Desmaio
  • Sentir o coração bater no tórax
  • Dor de cabeça


Tratamento de Transtorno do estresse pós-traumatico pelo psiquiatra em Simões Filho

O tratamento com o psiquiatra em São Sebastião do Passé pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de TEPT depois de um trauma. Um bom sistema de apoio social também pode ajudar a proteger contra o TEPT.

Se o TEPT ocorrer, pode ser utilizada uma forma de tratamento chamada "dessensibilização".

  • Este tratamento ajuda a reduzir os sintomas por meio do encorajamento a lembrar o evento traumático e expressar seus sentimentos sobre ele.
  • Com o tempo, as lembranças do evento tornam-se menos assustadoras.


Grupos de apoio, nos quais pessoas que tiveram experiências semelhantes compartilham sentimentos, também podem ajudar.
Pessoas com TEPT também podem ter problemas com:

  • Abuso de álcool ou outras substâncias
  • Depressão
  • Condições médicas relacionadas


Na maioria dos casos, estes problemas devem ser tratados antes de tentar a terapia de dessensibilização.
Medicamentos que agem no sistema nervoso podem ajudar a reduzir a ansiedade e outros sintomas de TEPT. Antidepressivos, incluindo inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS) podem ser eficientes no tratamento do TEPT. Outros medicamentos ansiolíticos e indutores de sono também podem ajudar.

Expectativas

Você pode aumentar a sua chance de um bom resultado com:

  • Diagnóstico precoce
  • Tratamento imediato
  • Forte suporte social


Complicações possíveis que o psiquiatra em São Sebastião do Passé

  • Abuso de álcool ou outros abusos de drogas
  • Depressão
  • Ataques de pânico


Prevenção

Pesquisas sobre formas de prevenir o TEPT estão em andamento.







O que é Transtorno obsessivo-compulsivo?

Sinônimos: TOC, Neurose obsessiva-compulsiva
O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno de ansiedade em que as pessoas apresentam pensamentos, sentimentos, ideias, sensações (obsessões) ou comportamentos repetidos e indesejados que fazem elas se sentirem forçadas a fazer alguma coisa (compulsões).
Geralmente a pessoa concretiza a ação para se livrar dos pensamentos obsessivos, mas isso só traz alívio temporário. Não executar os rituais obsessivos pode causar muita ansiedade.

Causas

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é mais comum do que se acreditava antigamente. A maioria das pessoas que desenvolve essa doença mostra sintomas por volta dos 30 anos.
Existem diversas teorias sobre a causa do TOC, mas nenhuma delas foi confirmada até o momento. Algumas pesquisas relacionaram o TOC a infecções e traumatismos cranianos. Diversos estudos demonstraram que existem anomalias no cérebro dos pacientes com TOC, mas, no momento, mais pesquisas são necessárias para se chegar a uma conclusão.
Cerca de 20% das pessoas com TOC apresentam tiques, o que sugere que a doença pode estar relacionada à Síndrome de Tourette. Entretanto, essa relação ainda não está clara.

 Exames 

A sua própria descrição do comportamento pode ajudar a diagnosticar o transtorno. Um exame físico pode descartar causas físicas, e uma avaliação psiquiátrica pode descartar outros transtornos mentais.
Questionários, como a Escala de sintomas obsessivo-compulsivos de Yale-Brown (Y-BOCS), podem ajudar a diagnosticar o TOC e acompanhar o progresso do tratamento.

Sintomas de Transtorno obsessivo-compulsivo


  • Obsessões ou compulsões que não são causadas por uma doença ou pelo uso de drogas
  • Obsessões ou compulsões que causam angústia intensa ou interferem na vida diária


Existem muitos tipos de obsessões e compulsões. Um exemplo é o medo excessivo de germes e a compulsão de lavar as mãos repetidamente para evitar infecções.
A pessoa geralmente reconhece que o seu comportamento é excessivo ou irracional.
Buscando ajuda médica

Marque uma consulta com seu médico se seus sintomas atrapalharem sua vida diária, seu trabalho ou seus relacionamentos.
Tratamento de Transtorno obsessivo-compulsivo

O TOC é tratado com medicamentos e terapia.
O primeiro medicamento prescrito pelo psiquiatra em Alagoinhas normalmente considerado é um tipo de antidepressivo chamado de inibidor seletivo da recaptação da serotonina (SSRI).

Se um SSRI não funcionar, o médico pode indicar um tipo de antidepressivo mais antigo chamado de antidepressivo tricíclico. A clomipramina é um exemplo e foi o primeiro medicamento a ser usado para o TOC. Ele geralmente funciona melhor do que os antidepressivos SSRI no tratamento da doença, mas pode causar efeitos colaterais desagradáveis como:

  • Dificuldade para começar a urinar
  • Queda de pressão quando se muda de posição (estar sentado e levantar)
  • Boca seca
  • Sonolência


Em alguns casos, o SSRI e a clomipramina podem ser combinados. Outros medicamentos, como os antipsicóticos atípicos em doses baixas (incluindo risperidona, quetiapina, olanzapina ou ziprasidona), já demonstraram ser de grande ajuda. As benzodiazepinas podem trazer algum alívio para a ansiedade, mas elas geralmente são usadas somente com os tratamentos mais confiáveis.
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) demonstrou ser o tipo mais eficaz de psicoterapia para esse transtorno. O paciente é exposto diversas vezes a uma situação que desencadeia os pensamentos obsessivos e aprende aos poucos a suportar a ansiedade e a resistir à necessidade de ceder à compulsão. A combinação de medicação e TCC é considerada melhor do que seu uso isolado para reduzir os sintomas.

 A psicoterapia com o psiquiatra em São FRancisco do Conde também pode ser usada para: 

  • Oferecer formas eficazes de reduzir o estresse
  • Reduzir a ansiedade
  • Resolver conflitos internos


Expectativas

O TOC é uma doença de longa duração (crônica) com fases de sintomas graves seguidos por períodos de melhora. Entretanto, um período completamente sem sintomas é muito incomum. A maioria das pessoas melhora com o tratamento.
Complicações possíveis

As complicações de longo prazo do TOC estão relacionadas com o tipo de obsessões e compulsões. O hábito constante de lavar as mãos, por exemplo, pode causar rachaduras na pele. Ainda assim, o TOC geralmente não se transforma em outra doença.
Prevenção

Não há prevenção conhecida para esse transtorno.




O que é Autismo?

Sinônimos: Transtorno de desenvolvimento pervasivo
O autismo é um transtorno de desenvolvimento que aparece nos três primeiros anos de vida. O autismo afeta o desenvolvimento normal do cérebro relacionado às habilidades sociais e de comunicação.

​Causas

O autismo é uma doença física vinculada à biologia e à química anormais no cérebro. As causas exatas dessas anomalias continuam desconhecidas, mas essa é uma área de pesquisa muito ativa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que leva ao autismo.
Os fatores genéticos do autismo parecem ser importantes. Por exemplo, é muito mais provável que dois gêmeos idênticos tenham autismo do que gêmeos fraternos ou irmãos. Da mesma forma, as anomalias de linguagem são mais comuns em parentes de crianças com autismo. Anomalias cromossômicas e outros problemas do sistemas nervoso (neurológicos) também são mais comuns em famílias com autismo.
Já houve suspeitas de várias outras causas possíveis para o autismo, mas nenhuma foi comprovada. Elas incluem:

  • Dieta
  • Alterações no trato digestório
  • Contaminação por mercúrio
  • A incapacidade do corpo de utilizar vitaminas e minerais de forma adequada
  • Sensibilidade a vacinas


Autismo e vacinas
Muitos pais têm medo de que alguma vacina não seja segura e que possa prejudicar seu bebê ou criança com autismo. Eles podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusar a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.

Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.
A American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine (IOM) dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.

Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.
O site dos Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) oferece mais informações.
Quantas crianças têm autismo?
O número exato de crianças com autismo é desconhecido. Um relatório publicado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA sugere que o autismo e seus distúrbios relacionados são muito mais comuns do que se imaginava. Não está claro se isso se deve a um aumento na taxa da doença ou à maior capacidade de diagnóstico do problema.
O autismo afeta 3 a 4 vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo.
Alguns médicos acreditam que a maior incidência de autismo se deve a novas definições do transtorno. O termo "autismo" agora inclui um espectro mais amplo de crianças. Por exemplo, hoje em dia, uma criança diagnosticada com autismo altamente funcional poderia ser simplesmente considerada estranha há 30 anos.
Outros transtornos de desenvolvimento pervasivo incluem:
Síndrome de Asperger (como o autismo, mas com desenvolvimento normal da linguagem)
Síndrome de Rett (muito diferente do autismo e só ocorre no sexo feminino)
Transtorno desintegrativo da infância (doença rara em que uma criança adquire as habilidades e depois esquece tudo antes dos 10 anos de idade)
Transtorno de desenvolvimento pervasivo - não especificado (TPD-NE), também chamado de autismo atípico

Exames pedidos pelo psiquiatra em Salvador

Todas as crianças devem fazer exames de desenvolvimento de rotina com o pediatra. Podem ser necessários mais testes se o médico ou os pais estiverem preocupados. Para autismo, isso deve ser feito principalmente se uma criança não atingir os seguintes marcos de linguagem:

  • Balbuciar aos 12 meses
  • Gesticular (apontar, dar tchau) aos 12 meses
  • Dizer palavras soltas antes aos 16 meses
  • Dizer frases espontâneas de duas palavras aos 24 meses (não só repetir)
  • Perder qualquer habilidade social ou de linguagem em qualquer idade


Essas crianças poderão fazer uma avaliação auditiva, teste de chumbo no sangue e teste de triagem para autismo (como a lista de verificação de autismo em crianças [CHAT] ou o questionário para triagem de autismo).
Um médico experiente no diagnóstico e tratamento de autismo normalmente é necessário para fazer o diagnóstico. Como não há testes biológicos para o autismo, o diagnóstico muitas vezes será feito com base em critérios muito específicos de um livro chamado Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4º ed.
Uma avaliação de autismo normalmente inclui um exame físico e neurológico completo. Pode incluir também alguma ferramenta de exame específica, como

  • Entrevista diagnóstica para autismo revisada (ADIR)
  • Programa de observação diagnóstica do autismo (ADOS)
  • Escala de classificação do autismo em crianças (CARS)
  • Escala de classificação do autismo de Gilliam
  • Teste de triagem para transtornos invasivos do desenvolvimento, estágio 3


As crianças com autismo ou suspeita de autismo normalmente passarão por testes genéticos (em busca de anomalias nos cromossomos).
O autismo inclui um amplo espectro de sintomas. Portanto, uma avaliação única e rápida não pode indicar as reais habilidades da criança.

O ideal é que uma equipe de diferentes especialistas a avalie a criança com suspeita de autismo. Eles podem avaliar:

  • Comunicação
  • Linguagem
  • Habilidades motoras
  • Fala
  • Êxito escolar
  • Habilidades de pensamento


Às vezes, as pessoas relutam em fazer o diagnóstico porque se preocupam em rotular a criança. No entanto, sem o diagnóstico, a criança pode não receber os tratamentos e os serviços necessários.

Sintomas de Autismo

A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado antes de a criança completar 18 meses de idade e busca ajuda antes que ela atinja 2 anos.

As crianças com autismo normalmente têm dificuldade em:

  • Brincar de faz de conta
  • Interações sociais
  • Comunicação verbal e não verbal


Como saber se uma criança está demorando demais para falar?
Algumas crianças com autismo parecem normais antes de 1 ou 2 anos, mas de repente "regridem" e perdem as habilidades linguísticas ou sociais que adquiriram anteriormente. Esse tipo de autismo é chamado de autismo regressivo.

Uma pessoa com autismo pode:

  • Ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis (por exemplo, eles podem se recusar a usar roupas "que dão coceira" e ficam angustiados se são forçados a usálas)
  • Ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina
  • Fazer movimentos corporais repetitivos
  • Demonstrar apego anormal aos objetos


Os sintomas do autismo podem variar de moderados a graves.
Os problemas de comunicação no autismo podem incluir:

  • Não poder iniciar ou manter uma conversa social
  • Comunicar-se com gestos em vez de palavras
  • Desenvolver a linguagem lentamente ou não desenvolvê-la
  • Não ajustar a visão para olhar para os objetos que as outras pessoas estão olhando
  • Não se referir a si mesmo de forma correta (por exemplo, dizer "você quer água" quando a criança quer dizer "eu quero água")
  • Não apontar para chamar a atenção das pessoas para objetos (acontece nos primeiros 14 meses de vida)
  • Repetir palavras ou trechos memorizados, como comerciais
  • Usar rimas sem sentido


Interação social:

  • Não faz amigos
  • Não participa de jogos interativos
  • É retraído
  • Pode não responder a contato visual e sorrisos ou evitar o contato visual
  • Pode tratar as pessoas como se fossem objetos
  • Prefere ficar sozinho, em vez de acompanhado
  • Mostra falta de empatia

Resposta a informações sensoriais:

  • Não se assusta com sons altos
  • Tem a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos
  • Pode achar ruídos normais dolorosos e cobrir os ouvidos com as mãos
  • Pode evitar contato físico por ser muito estimulante ou opressivo
  • Esfrega as superfícies, põe a boca nos objetos ou os lambe
  • Parece ter um aumento ou diminuição na resposta à dor


Brincadeiras:

  • Não imita as ações dos outros
  • Prefere brincadeiras solitárias ou ritualistas
  • Não faz brincadeiras de faz de conta ou imaginação

Comportamentos:

  • Tem acessos de raiva intensos
  • Fica preso em um único assunto ou tarefa (perseverança)
  • Tem baixa capacidade de atenção
  • Tem poucos interesses
  • É hiperativo ou muito passivo
  • Tem comportamento agressivo com outras pessoas ou consigo
  • Tem uma necessidade intensa de repetição
  • Faz movimentos corporais repetitivos


Buscando ajuda médica com o psiquiatra em Alagoinhas

Os pais normalmente suspeitam que há um problema de desenvolvimento muito antes que o diagnóstico de autismo seja feito. Procure seu psiquiatra se tiver dúvidas sobre o autismo ou se achar que seu filho não está se desenvolvendo de forma adequada.

Tratamento de Autismo com o psiquiatra em Feira de Santana

Um programa de tratamento precoce em combinado com o psiquiatra em Camaçari, intensivo e apropriado melhora muito a perspectiva de crianças pequenas com autismo. A maioria dos programas aumentará os interesses da criança com uma programação altamente estruturada de atividades construtivas. Os recursos visuais geralmente são úteis.

O tratamento do autismo tem mais êxito quando é direcionado às necessidades específicas da criança. Um especialista ou uma equipe experiente deve desenvolver o programa para cada criança.

Há várias terapias para autismo disponíveis, incluindo:

  • Análise aplicada do comportamento (ABA)
  • Medicamentos
  • Terapia ocupacional
  • Fisioterapia
  • Terapia do discurso/linguagem


Terapias de integração sensorial e da visão também são comuns no autismo, mas há poucas pesquisas que comprovam sua eficácia. O melhor plano de tratamento pode usar uma combinação de técnicas.
Análise aplicada do comportamento (aba)
Este programa é para crianças pequenas com algum distúrbio dentro do espectro do autismo. Pode ser eficaz em alguns casos. A ABA usa uma abordagem de aprendizado individual que reforça a prática de várias habilidades. O objetivo é que a criança se aproxime do funcionamento normal do desenvolvimento.
Os programas de ABA normalmente são feitos na casa da criança sob a supervisão de um psicólogo comportamental. Esses programas podem ser muito caros e não foram amplamente adotados pelos sistemas escolares. Os pais muitas vezes procuram financiamento e auxílio profissional em outros lugares, o que pode ser difícil em muitas comunidades.

Teacch
Outro programa é o Tratamento e educação para autistas e crianças com déficits relacionados à comunicação (TEACCH). O TEACCH foi desenvolvido como um programa estadual na Carolina do Norte, EUA. Ele utiliza programas com imagens e outros recursos visuais que ajudam a criança a trabalhar de forma independente e a organizar e estruturar seu ambiente.
O TEACCH tenta melhorar as habilidades e a adaptação de uma criança, ao mesmo tempo que aceita os problemas associados aos distúrbios dentro do espectro do autismo. Diferente dos programas de ABA, os programas TEACCH não esperam que as crianças atinjam o desenvolvimento normal com o tratamento.

Medicamentos
Muitas vezes são prescritos pelo psiquiatra em Santo Amaro medicamentos para tratar problemas comportamentais ou emocionais que os pacientes com autismo apresentem, incluindo:

  • Agressividade
  • Ansiedade
  • Problemas de atenção
  • Compulsões extremas que a criança não pode controlar
  • Hiperatividade
  • Impulsividade
  • Irritabilidade
  • Alterações de humor
  • Surtos
  • Dificuldade para dormir
  • Ataques de raiva


Atualmente, somente a risperidona foi aprovada para tratar a irritabilidade e a agressividade do autismo que podem ocorrer em crianças de 5 a 16 anos. Outros medicamentos que também podem ser usados incluem ISRSs, divalproato de sódio e outros estabilizadores de humor e possivelmente estimulantes, como o metilfenidato. Não há medicamentos para tratar o problema subjacente do autismo.
Dieta
Algumas crianças com autismo parecem responder a uma dieta sem glúten ou sem caseína. O glúten é encontrado em alimentos que contêm trigo, centeio e cevada. A caseína é encontrada no leite, no queijo e em outros produtos lácteos. Nem todos os especialistas concordam que as mudanças na dieta fazem diferença, nem todas as pesquisas sobre esse método mostraram resultados positivos.
Se você está considerando essas ou outras alterações alimentares, fale com um médico especialista no sistema digestório (gastroenterologista) e com um nutricionista. Você deve garantir que a criança com autismo continue ingerindo calorias e nutrientes suficientes e que tenha uma dieta balanceada.

Outras abordagens
Existem muitos tratamentos anunciados para o autismo que não têm base científica e histórias de "curas milagrosas" que não atendem às expectativas. Se seu filho tem autismo, pode ser útil falar com outros pais de crianças autistas e com especialistas em autismo. Acompanhe o avanço das pesquisas na área, que está se desenvolvendo rapidamente.
Em um momento, houve muita empolgação com o uso de infusões de secretina. Agora, depois de muitas pesquisas realizadas em vários laboratórios, é possível que a secretina não faça nenhum efeito para crianças com autismo. No entanto, as pesquisas continuam.

Expectativas

O autismo continua sendo um distúrbio difícil para as crianças e suas famílias, mas a perspectiva atual é muito melhor do que na geração passada. Naquela época, a maioria das pessoas com autismo era internada em instituições.
Hoje, com o tratamento correto, muitos dos sintomas do autismo podem melhorar, mesmo que algumas pessoas permaneçam com alguns sintomas durante toda a vida. A maioria das pessoas com autismo consegue viver com suas famílias ou na comunidade.
A perspectiva depende da gravidade do autismo e do nível de tratamento que a pessoa recebe.

Complicações possíveis

O autismo pode estar associado a outros distúrbios que afetam o cérebro, como

  • Síndrome do X frágil
  • Retardo mental
  • Esclerose tuberosa


Algumas pessoas com autismo desenvolvem convulsões.
O estresse de lidar com o autismo pode levar a complicações sociais e emocionais para a família e os cuidadores, bem como para a própria pessoa com autismo.







O que é Demência?

Sinônimos: Síndrome cerebral crônica, demência vascular, demência com corpos de Lewy
A demência é a perda da função cerebral que ocorre com determinadas doenças. Ela afeta a memória, o raciocínio, a linguagem, o juízo e o comportamento.
Consulte também: Mal de Alzheimer

Causas

A maioria dos tipos de demência é irreversível (degenerativa). Irreversível significa que as alterações no cérebro que estão provocando a demência não podem ser interrompidas ou desfeitas. O Mal de Alzheimer é o tipo mais comum de demência.
A doença com corpos de Lewy é a principal causa de demência em adultos idosos. As pessoas com essa doença têm estruturas proteicas anormais em certas regiões do cérebro.
A demência também pode ocorrer devido a vários derrames pequenos. Isso é chamado de demência vascular.

As seguintes doenças também podem levar à demência:

  • Mal de Parkinson
  • Esclerose múltipla
  • Doença de Huntington
  • Doença de Pick
  • Paralisia supranuclear progressiva
  • Infecções que podem afetar o cérebro, como HIV/AIDS e doença de Lyme


Algumas causas da demência podem ser interrompidas ou revertidas se forem detectadas a tempo, inclusive:

  • Tumores cerebrais
  • Alterações nos níveis de açúcar, sódio e cálcio no sangue
  • Baixos níveis de vitamina B12
  • Hidrocefalia normotensiva
  • Uso de determinados medicamentos, incluindo a cimetadina e alguns medicamentos para diminuir o colesterol
  • Abuso crônico do álcool


Em geral, a demência ocorre em pessoas mais velhas. É rara em pessoas com menos de 60 anos. O risco de demência aumenta conforme a pessoa envelhece.

Exames pedidos pelo psiquiatra em Camaçari

Muitas vezes, a demência pode ser diagnosticada com base no histórico e exame físico por um médico ou enfermeiro habilidosos. O médico fará a anamnese, o exame físico (incluindo um exame neurológico) e realizará alguns testes de função mental denominados exame do estado mental.
O médico poderá solicitar testes para determinar se outros problemas estão causando ou piorando a demência. Essas doenças incluem:

  • Doença da tireoide
  • Deficiência vitamínica
  • Tumor cerebral
  • Intoxicação de medicamentos
  • Infecção crônica
  • Anemia
  • Depressão severa


Os seguintes exames e procedimentos podem ser feitos:

  • Nível de vitamina B12
  • Nível de amônia no sangue
  • Perfil metabólico (Chem-20)
  • Gasometria arterial
  • Análise do líquido cefalorraquidiano (LCR)
  • Níveis de drogas e álcool (análise toxicológica)
  • Testes de exposição a metais como chumbo ou arsênico
  • Eletroencefalograma (EEG)
  • Teste de glicose
  • Tomografia computadorizada da cabeça
  • Exame da função hepática
  • Teste de estado mental
  • Ressonância magnética da cabeça
  • Cálcio sérico
  • Eletrólitos séricos
  • Exames de função da tireoide
  • Nível de hormônio estimulador da tireoide
  • Urinálise


Sintomas de Demência

Entre os sintomas da demência estão dificuldade em muitas áreas da função mental, como:

  • Linguagem
  • Memória
  • Percepção
  • Comportamento emocional ou personalidade
  • Capacidades cognitivas (como cálculo, pensamento abstrato ou capacidade de julgamento)


Geralmente, a demência começa com esquecimento.
O comprometimento cognitivo leve (CCI) é o estágio entre o esquecimento normal devido ao envelhecimento e o desenvolvimento da demência. As pessoas com CCI têm problemas leves com o raciocínio e a memória que não interferem nas atividades diárias. Muitas vezes, elas estão cientes do esquecimento. Nem todas as pessoas com CCI desenvolvem demência.

Os sintomas da CCI incluem:

  • Esquecer eventos ou conversas recentes
  • Dificuldade para realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo
  • Dificuldade para resolver problemas
  • Levar mais tempo para realizar atividades mentais mais complexas

Os primeiros sintomas da demência podem incluir:

  • Problemas de linguagem, como dificuldade para encontrar o nome familiar dos objetos
  • Perder itens
  • Perder-se em caminhos familiares
  • Alterações de personalidade e perda das habilidades sociais
  • Perda de interesse em coisas de que gostava antes, falta de ânimo
  • Dificuldade de realizar tarefas que exigem algum raciocínio, mas que antes eram feitas com facilidade, como conferir os gastos no talão de cheques, jogar (buraco ou outros jogos) e aprender novas informações ou rotinas


A medida que a demência avança, os sintomas se tornam mais óbvios e interferem com a capacidade da pessoa de cuidar de si mesma.

Os sintomas podem incluir:

  • Esquecer detalhes de eventos recentes
  • Esquecer eventos da própria história de vida, perder consciência de quem a pessoa é
  • Alterações nos padrões de sono, acordando durante a noite frequentemente
  • Maior dificuldade de ler ou escrever
  • Capacidade de discernimento diminuída e perda da capacidade de reconhecer o perigo
  • Usar palavras erradas ou não pronunciar as palavras corretamente, falar em frases confusas
  • Evitar contato social
  • Ter alucinações, discussões, gestos e comportamentos violentos
  • Ter delírios, depressão ou agitação
  • Dificuldade de realizar tarefas básicas, como cozinhar, vestir-se adequadamente ou dirigir


As pessoas com demência severa não conseguem:

  • Compreender a linguagem
  • Reconhecer familiares
  • Realizar atividade básicas e cotidianas, como comer, vestir-se e tomar banho


Outros sintomas que podem ocorrer com a demência:

  • Incontinência
  • Problemas de deglutição


Buscando ajuda médica com o psiquiatra em Simões Filho

Procure um psiquiatra se:

  • A demência se desenvolver ou houver uma mudança no estado mental
  • O estado de uma pessoa com demência piorar
  • Você não for capaz de cuidar em casa de uma pessoa com demência


Tratamento de Demência com o Psiquiatra em Feira de Santana

Para obter informações sobre como cuidar de um ente querido com demência, consulte: Demência - cuidado doméstico
O objetivo do tratamento é controlar os sintomas da demência. O tratamento depende da doença que esteja causando a demência. Algumas pessoas necessitam ser internadas por um curto período.
Interromper ou alterar a medicação que piora a confusão pode melhorar a função cerebral.
Cada vez mais evidências apontam para os benefícios que alguns tipos de exercícios mentais podem trazer para melhorar a demência.
Muitas vezes, tratar as doenças que levam à confusão melhora significativamente o funcionamento mental. Essas doenças incluem:

  • Anemia
  • Hipóxia
  • Depressão
  • Insuficiência cardíaca
  • Infecções
  • Distúrbios nutricionais
  • Distúrbios da tireoide


Talvez seja necessário visitar o psiquiatra em Catú para tomar medicamentos para controlar os problemas comportamentais causados pela perda da capacidade de julgamento, maior impulsividade e confusão.

Os possíveis medicamentos incluem:

  • Antipsicóticos
  • Estabilizadores de humor
  • Drogas que afetam a serotonina
  • Estimulantes


Algumas drogas podem ser usadas para diminuir a velocidade de piora dos sintomas. Geralmente, o benefício trazido por essas drogas é pequeno e os pacientes e suas famílias podem não perceber muita diferença.

Os olhos e os ouvidos de uma pessoa devem ser examinados regularmente. Talvez seja necessário usar aparelhos auditivos, óculos ou se submeter a cirurgia de catarata.
Geralmente, a psicoterapia ou a terapia de grupo não ajudam porque podem causar mais confusão.

 Expectativas 

As pessoas com comprometimento cognitivo leve nem sempre desenvolvem demência. Entretanto, quando a demência ocorre, ela geralmente piora e, muitas vezes, diminui a qualidade e a expectativa de vida.

Complicações possíveis que o psiquiatra em Salvador pode te falar

As complicações dependem da causa da demência, mas podem incluir o seguinte:

  • Abuso por um cuidador sobrecarregado
  • Aumento das infecções em qualquer parte do corpo
  • Perda da capacidade funcional ou de cuidar de si mesmo
  • Perda da capacidade de interagir
  • Menor expectativa de vida
  • Efeitos colaterais dos medicamentos para tratar a doença


Prevenção

A maioria das causas da demência não pode ser prevenida.
Você pode reduzir o risco de demência vascular, causada por uma série de pequenos derrames, parando de fumar e controlando a hipertensão arterial e o diabetes. Seguir uma dieta com pouca gordura e fazer exercícios regularmente também pode reduzir o risco de demência vascular.







O que é Perda de memória?

Sinônimos: Esquecimento, amnésia, memória debilitada, perda de memória, síndrome amnésica
A perda de memória (amnésia) é um esquecimento incomum. Pode referir-se a não conseguir lembrar novos eventos ou recordar uma ou mais memórias do passado ou ambos.

Considerações

A causa determina se a amnésia começa aos poucos ou de uma vez e se é temporária ou permanente.
O envelhecimento normal pode levar a problemas de aprendizado de novas informações ou a mais tempo para lembrar o que foi aprendido. No entanto, isso não leva a uma perda drástica da memória, a menos que haja alguma doença.
A perda de memória pode ser confundida com deficiência de concentração, como na depressão. Pode ser difícil distinguir.

Causas

Muitas áreas do cérebro ajudam a criar e a resgatar memórias. Lesões ou mal funcionamento de alguma dessas áreas podem levar à perda de memória.


A perda de memória devido a problemas com áreas específicas do cérebro pode ser diferente. Ela pode afetar somente a memória de fatos novos ou recentes, fatos passados ou remotos ou ambos. A amnésia pode ser somente para eventos específicos ou para todos os eventos. O problema pode envolver o aprendizado de novas informações ou a formação de novas memórias.

A capacidade mental ou de pensar pode continuar presente ou ser perdida. A pessoa pode usar eventos imaginários para ocupar as lacunas de memória (confabulação) e ficar desorientada em relação ao espaço e ao tempo.

A perda de memória pode ser somente para palavras e pensamentos, ou para a memória motora (o corpo não pode mais realizar ações específicas). A perda de memória também pode ser parcial, o que significa não poder lembrar somente de um determinado grupo de itens.

A perda de memória pode ser de curto prazo (chamada de transitória).

As causas da perda de memória incluem:

  • Intoxicação por álcool ou drogas ilícitas
  • Uma situação em que houve falta de oxigênio no cérebro (parada cardíaca, parada respiratória, complicações com anestesia)
  • Crescimento do cérebro (causado por tumores ou infecção)
  • Infecções no cérebro como doença de Lyme, sífilis ou HIV/AIDS
  • Cirurgia cerebral, como cirurgia para tratamento de convulsões
  • Tratamento de câncer, como radioterapia cerebral, transplante de medula ou após a quimioterapia
  • Alguns medicamentos
  • Alguns tipos de convulsão
  • Demência
  • Depressão, distúrbio bipolar ou esquizofrenia, quando os sintomas não são bem controlados
  • Transtorno dissociativo (não ser capaz de lembrar de uma situação traumática a perda de memória pode ser de curto ou longo prazo)
  • Drogas como barbitúricos ou benzodiazepinas
  • Eletroconvulsoterapia (principalmente a longo prazo)
  • Encefalite de qualquer tipo (infecção, doença autoimune, induzida por drogas/químicos)
  • Epilepsia que não seja bem controlada com medicamentos
  • Trauma ou lesão na cabeça
  • Cirurgia de ponte de safena
  • Doenças que resultam na perda ou lesão de células nervosas (doenças neurodegenerativas), como mal de Parkinsondoença de Huntington ou esclerose múltipla
  • Abuso de álcool por muito tempo
  • Enxaqueca
  • Lesão na cabeça ou concussão
  • Problemas nutricionais (deficiência de vitaminas, como falta de vitamina B12)
  • Lesões cerebrais permanentes
  • Amnésia global transitória
  • Ataque isquêmico transitório (AIT)

Mais sobre Perda de memória

Procure um psiquiatra se tiver alguma perda de memória inexplicada.

 Cuidados 

A família deve dar apoio. A orientação da realidade é recomendada - oferecer músicas e objetos familiares ou fotos para ajudar a pessoa a se orientar. Algumas pessoas podem precisar de ajuda para aprender novamente.
O cronograma de medicamentos deve ser feito por escrito para que a pessoa não tenha que confiar na memória.
Instituições de cuidado prolongado, como asilos, devem ser consideradas para pessoas cujas necessidades básicas não podem ser atendidas de outra forma, ou cuja segurança ou nutrição estejam em risco.

Na consulta médica com o psiquiatra em São Francisco do Conde

O psiquiatra em Simões Filho realizará um exame abrangente e fará um histórico médico. Isso quase sempre inclui perguntas a familiares e amigos. Eles devem participar da consulta.

O exame físico incluirá um exame detalhado do pensamento e da memória (exame de estado mental ou neurocognitivo) e um exame do sistema nervoso. As memórias recente, intermediária e de longo prazo serão testadas.

Os exames de diagnóstico que podem ser realizados incluem:

  • Exames de sangue para verificar suspeitas de doenças específicas (como falta de vitamina B12 ou doença da tireoide)
  • Angiografia cerebral
  • Exames cognitivos (testes psicotécnicos)
  • Tomografia computadorizada ou ressonância magnética da cabeça
  • Eletroencefalograma
  • Punção lombar


Tratamento com o psiquiatra em Alagoinhas

Terapia cognitiva, normalmente com um terapeuta de fala/discurso, pode ser útil para perda de memória leve a moderada. E com o psiquiatra em Feira de Santana.






O que é TDAH?

Sinônimos: Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, TDA, Hipercinesia infantil
O transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) é um problema de desatenção, hiperatividade, impulsividade ou uma combinação destes. Para que esses problemas recebam um diagnóstico de TDAH, eles devem se apresentar fora de um limite normal para a idade e o desenvolvimento da criança.


Causas

O TDAH é o transtorno comportamental infantil mais frequentemente diagnosticado. Ele afeta aproximadamente de 3 a 5% de crianças em idade escolar. O TDAH é diagnosticado muito mais frequentemente em meninos do que em meninas.
O TDAH pode ser herdado geneticamente, mas sua causa não é clara. Independentemente da causa, ele parece se estabelecer cedo na vida da criança, enquanto o cérebro está se desenvolvendo. Estudos de imagem sugerem que o cérebro de uma criança com TDAH é diferente do de uma criança normal.
Depressão, falta de sono, incapacidade de aprender, transtornos de tique e problemas comportamentais podem ser confundidos com TDAH. Todas as crianças com suspeita de sofrerem de TDAH devem ser examinadas com cuidado por um médico para verificar se há outros problemas ou motivos para o comportamento.
A maioria das crianças com TDAH também sofre de pelo menos um outro problema de comportamento ou de desenvolvimento. Ainda podem apresentar um problema psiquiátrico, como depressão ou transtorno bipolar.
TDAH: falta de atenção e hiperatividade prejudicam capacidade de aprendizado de pacientes

Exames que o psiquiatra em Feira de Santana pode pedir

Com muita frequência, crianças difíceis são incorretamente rotuladas com TDAH. Por outro lado, muitas crianças que sofrem do TDAH permanecem sem o diagnóstico. Em ambos os casos, problemas de aprendizado e de humor são ignorados com frequência. A American Academy of Pediatrics (AAP) traçou diretrizes para trazer mais luz a esse assunto.
O diagnóstico é baseado em sintomas muito específicos, que devem estar presentes em mais de um ambiente.

  • As crianças devem apresentar pelo menos seis sintomas de desatenção ou seis sintomas de hiperatividade/impulsividade antes dos 7 anos.
  • Os sintomas devem estar presentes pelo menos há seis meses, ocorridos em dois ou mais ambientes e não serem provocados por outro motivo.
  • Os sintomas devem ser graves o suficiente para resultar em dificuldades significativas em muitos ambientes, inclusive em casa, na escola e no relacionamento com os demais.


Em crianças mais velhas, o TDAH encontra-se em remissão parcial quando elas ainda têm os sintomas, mas não se enquadram mais totalmente na definição do transtorno.
Se houver suspeita de TDAH, a criança deve passar por uma avaliação médica. A avaliação pode consistir em:

  • Questionários para pais e professores
  • Avaliação psicológica da criança E da família, incluindo testes de QI e psicológicos
  • Exames completos mentais, nutricionais, físicos, psicossociais e de desenvolvimento


Sintomas de TDAH

Os sintomas de TDAH se dividem em três grupos:

  • Falta de atenção (desatenção)
  • Hiperatividade
  • Comportamento impulsivo (impulsividade)

Algumas crianças com TDAH são primariamente do tipo desatento. Outras podem ter uma combinação de tipos. As que sofrem do tipo desatento são menos perturbadas e muitas vezes não recebem o diagnóstico de TDAH.

Sintomas de desatentos

  • Não consegue prestar atenção em detalhes ou comete erros resultantes de descuidos no trabalho escolar
  • Tem dificuldade de manter a atenção nas tarefas ou em jogos
  • Parece não escutar quando falamos diretamente com ela
  • Não segue as instruções completamente e não consegue terminar trabalhos escolares, tarefas ou deveres
  • Tem dificuldade de organizar tarefas e atividades
  • Evita ou não gosta de tarefas que demandem manter esforço mental (como trabalhos escolares)
  • Seguidamente perde brinquedos, trabalhos, lápis, livros ou ferramentas necessárias para tarefas ou atividades
  • Distrai-se facilmente
  • Frequentemente, tem problemas de memória em atividades cotidianas

Sintomas de hiperatividade:

  • Mexe as mãos e o pés o tempo todo e se retorce na cadeira
  • Levanta-se quando deve permanecer sentado
  • Corre ou sobe em móveis em situações inapropriadas
  • Tem dificuldade de brincar em silêncio
  • Parece frequentemente estar "ligada na tomada" e fala excessivamente

Sintomas de impulsividade:

  • Fala antes que as perguntas sejam completadas
  • Tem dificuldade de aguardar a vez
  • Interrompe ou se intromete entre os outros (se mete em conversas e jogos)

Buscando ajuda médica com o psiquiatra em Salvador

Procure um psiquiatra em simões filho caso você ou a escola do seu filho suspeitem que ele sofra de TDAH. Informe seu médico sobre quaisquer:

  • Dificuldades em casa, na escola ou no relacionamento com os colegas
  • Efeitos colaterais da medicação
  • Sinais de depressão


Tratamento de TDAH feito pelo psiquiatra em Feira de Santana

O tratamento para TDAH é uma parceria entre médico psiquiatra em candeias, pais ou responsáveis e a criança. Para a terapia ter sucesso, é importante:

  • Definir objetivos específicos e apropriados para guiar a terapia.
  • Começar com os medicamentos e a terapia comportamental.
  • Fazer acompanhamento regular com o médico para verificar objetivos, resultados e quaisquer efeitos colaterais dos medicamentos. Durante esses check-ups, devem ser coletados dados de pais, professores e da criança.


Se o tratamento parecer não funcionar, o médico deverá:

  • Certificarse de que a criança tem, de fato, TDAH
  • Verificar se não há outro problema médico possível que possa causar sintomas similares
  • Certificar-se de que o plano de tratamento esteja sendo seguido


Medicamentos que o psiquiatra em Feira de Santana pode prescrever


Uma combinação de medicamentos e tratamento comportamental funciona melhor. Existem diversos tipos de medicamentos para TDAH que podem ser usados sozinhos ou em conjunto.
Os psicoestimulantes (também conhecidos como estimulantes) são as drogas mais comuns usadas no tratamento do TDAH. Apesar do nome, essas drogas na verdade têm um efeito calmante nos portadores de TDAH.

Alguns medicamentos para TDAH têm sido associados à ocorrência rara de morte súbita em crianças com problemas cardíacos. Converse com seu médico sobre o melhor medicamento para seu filho.
Terapia comportamental

Psicoterapia para a criança e a família pode ajudar todos a entender e ter controle sobre sentimentos estressantes relacionados ao TDAH.

Os pais devem usar um sistema de recompensa e consequência para ajudar a guiar o comportamento do filho. É importante aprender a lidar com comportamentos desruptivos. Os grupos de apoio podem auxiliar a encontrar outros com problemas parecidos.

Outras dicas para ajudar seu filho com TDAH:

  • Comuniquese regularmente com o professor do seu filho.
  • Mantenha uma programação diária consistente, com hora certa para o tema de casa, para as refeições e para atividades externas. Faça as alterações nessa programação antecipadamente e não em cima da hora
  • Restrinja as distrações no ambiente do seu filho.
  • Cuide para que seu filho siga uma dieta saudável e variada, com muitas fibras e nutrientes básicos.
  • Certifique-se de que seu filho durma o suficiente.
  • Elogie e recompense o bom comportamento.
  • Dê regras claras e consistentes para seu filho.


Tratamentos alternativos para TDAH têm se tornado popular, incluindo ervas, suplementos e manipulação quiroprática. Ainda assim, há pouca ou nenhuma evidência sólida de que funcionam.

​Expectativas

O TDAH é uma doença crônica de longa duração. Se não tratado adequadamente, o TDAH pode provocar:

  • Abuso de álcool e de drogas
  • Fracasso escolar
  • Problemas para manter o emprego
  • Problemas com a lei


Cerca de metade das crianças com TDAH seguirão tendo sintomas problemáticos de desatenção ou impulsividade na idade adulta. Entretanto, os adultos costumam ser mais capazes de controlar o comportamento e mascarar as dificuldades.

 Prevenção 

Embora não haja maneira comprovada de prevenir o TDAH, quanto mais cedo ele for identificado e tratado, mais problemas associados ao transtorno poderão ser evitados.